sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Tecnologia + EducaçãoA TECNOLOGIA E A EDUCAÇÃOA Importância da Tecnologia no Ensino
No sistema educacional, mais do que nunca, dispomos cada vez mais de recursos provenientes do desenvolvimento tecnológico de nosso tempo.
As “cartilhas” são cada vez mais coloridas, mais autoexplicativas… Mais pedagógicas… As escolas já contam com televisores para transmissão de lições através de aparelhos de DVDs, e ainda contam com laboratórios de informática, onde as crianças podem ter acesso com um mundo totalmente novo e ilimitado de informações.
A essa entrada da tecnologia no mundo da educação, denominamos de tecnologia educacional.
Dentro da tecnologia educacional, dispomos de diversas ferramentas, às quais denominamos de recursos didáticos. Existem várias maneiras de conduzir-se uma ação pedagógica, todas, no entanto, devem conceber o aluno como agente ativo na construção de seus conhecimentos, criando condições para que este desenvolva sua capacidade crítica e possa compreender reconhecer e buscar explicações para as diferentes versões ou explicações para os problemas que estão investigando ou estudando.
Por Carlos Alberto Bächtold – Foz do Iguaçu, PR.

CURIOSIDADES 


HACKER E CRACKER

Quanto maior a tecnologia maior é o desafio. Os 'craques' da tecnologia computacional, são também os da Internet. Meninos e meninas entre 18 e 25 anos aproximadamente que, investem em programação e são contratados por companhias para administrar domínios e salvaguardar seus estudos tecnológicos de espiões virtuais. Estes são os desginados Hackres - Originalmente, e para certos programadores, hackers (singular: hacker) são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas
Dentro do pequeno e fechado grupo dos verdadeiros gênios dos computadores, podemos distinguir três sub-grupos principais:

Hacker: Pessoa que possui grande facilidade de análise, assimilação, compreensão e capacidades surpreendentes de conseguir fazer o que quiser (literalmente) com um computador. Sabe perfeitamente que nenhum sistema é completamente livre de falhas, com conhecimento suficiente para procurá-las, utilizando de técnicas das mais variadas (aliás, quanto mais variado, mais valioso é o conhecimento do hacker).

Cracker: Possui tanto conhecimento quanto os hackers, mas com a diferença de que, para eles, não basta entrar em sistemas, quebrar senhas, e descobrir falhas. Eles precisam deixar um aviso de que estiveram lá, geralmente com recados mal-criados, algumas vezes destruindo partes do sistema, e até aniquilando com tudo o que vêem pela frente. Também são atribuidos aos crackers programas que retiram travas em softwares, bem como os que alteram suas características, adicionando ou modificando opções, muitas vezes relacionadas à pirataria.

Phreaker: É especializado em telefonia. Faz parte de suas principais atividades as ligações gratuitas (tanto local como interurbano e internacional), reprogramação de centrais telefônicas, instalação de escutas (não aquelas colocadas em postes telefônicos, mas imagine algo no sentido de, a cada vez que seu telefone tocar, o dele também o fará, e ele poderá ouvir sua conversa), etc. O conhecimento de um phreaker é essencial para se buscar informações que seriam muito úteis nas mãos de mal-intencionados. Além de permitir que um possível ataque a um sistema tenha como ponto de partida provedores de acessos em outros países, suas técnicas permitem não somente ficar invisível diante de um provável rastreamento, como também forjar o culpado da ligação fraudulenta, fazendo com que o coitado pague o pato (e a conta).

Agora, a parte do grupo acima, há outras inúmeras categorias de " não-hackers ", onde se enquadram a maioria dos pretendentes a hacker, e a cada dia, surgem novos termos para designá-los. São os principais:


Lamers: Se você está lendo este parágrafo pensando encontrar uma explicação sobre este termo, parabéns! Acabou de descobrir o que é lamer. Você! Entendeu? Lamer é aquele cara que quer aprender sobre hackers, e sai perguntando para todo mundo. Os hackers, ou qualquer outra categoria, não gostam disso, e passam a lhe insultar, chamando-o de lamer. Ou seja, novato. (Obs.: Não espere explicação sobre qualquer destes termos ou qualquer assunto relacionado de alguém que se diz hacker. Ele certamente não dirá nada, talvez pelo fato de não querer se expor, talvez pelo fato - o que é mais provável - de ele ser tanto lamer quanto você).

Wannabe: É o principiante que aprendeu a usar algumas receitas de bolo (programas já prontos para descobrir senhas ou invadir sistemas), entrou em um provedor de fundo de quintal e já acha que vai conseguir entrar nos computadores da Nasa. (Internet World - N. 23 - Julho de 1997)

Arackers: Esses são os piores! Os " hackers-de-araque ", são a maioria absoluta no submundo cibernético. Algo em torno de 99,9%. Fingem ser os mais ousados e espertos usuários de computador, planejam ataques, fazem reuniões durante as madrugadas (ou pelo menos até a hora em que a mãe mandar dormir), contam de casos absurdamente fantasiosos, mas no final das contas vão fazer download no site da Playboy ou jogar algum desses " killerware ", resultando na mais chata e engraçada espécie: a " odonto-hackers " - o hacker da boca pra fora!

Um detalhe importante é que os " pseudo-hackers " fazem questão de escrever de forma absolutamente ilegível, trocando letras por caracteres especiais que, segundo eles, se parecem. Além disso, muitas palavras podem ser substituídas por outras com grafia um pouco diferente. Lamers, por exemplo, pode perfeitamente virar Lamerz, Lammerz, Lamah, e por aí vai...

Por incrível que pareça, a maioria das pessoas que acham que são hackers, não são. E uma minoria, que obviamente jura não ter nenhum envolvimento com o underground da computação, são hackers muito experientes mas raramente perigosos. Os hackers perigosos ficam entre estes dois grupos, pois são experientes mas, gostam de aparecer, o que dá a impressão de que são muitos, mas na verdade, muito mesmo são só os artifícios utilizados por eles para descobrir novas maneiras de se aparecer, colocando-se em risco e quem fica em sua mira.

José Manuel Moran

 O PROFESSOR E ESTUDIOSO JOSÉ MANUEL MORAN FAZ UMA ANÁLISE DAS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO PRESENCIAL E À DISTANCIA, FORMAL E INFORMAL, RELATANDO A IMPORTÂNCIA DE UMA EDUCAÇÃO HUMANISTA E INOVADORA.

Diferenciais de uma nova escola

Uma escola é nova quando tem educadores, materiais, atividades e ambientes de aprendizagem - físicos e virtuais - acolhedores, estimulantes e desafiadores para os alunos.

  Profissionais acolhedores: diretores, coordenadores, professores que se preocupam com os alunos, que os conhecem, conversam, interagem. Uma escola é nova quando mantém a mesma equipe unida por bastantes anos, quando se percebe que todos se apóiam e há uma gestão democrática, proativa e empreendedora. Profissionais bem preparados, atualizados, evoluídos. Bem remunerados, escolhidos entre os melhores e que gostam de ser educadores.
  Ambientes acolhedores: aconchegantes, afetivos, equipados. Salas de aula multifuncionais, que se modificam rapidamente para diferentes atividades. Salas de aula conectadas com tecnologias móveis. Escola que equilibra atividades presenciais e virtuais, tecnologias simples e tecnologias digitais, onde se aprende também em casa, no bairro, nas comunidades de prática, nas redes sociais, com ativa participação dos pais.

  Uma escola onde os materiais principais estão disponíveis no ambiente digital e são apreendidos de múltiplas formas, com técnicas diferentes, atrativas, simples e complexas. Escola que estimula múltiplas leituras de múltiplos textos de múltiplas formas: impressos, digitais, multimídia; simples e complexos; com histórias e conceitos; multitextos significativos contextualizados, compartilhados, reinterpretados, co-produzidos presencial e digitalmente, publicados, vivenciados. 
 
Conteúdos articulados a muitos desafios, projetos inovadores, com muita ênfase em pesquisa, compartilhamento, discussão, produção, sínteses, práticas refletidas, colaborativas, com flexibilidade de espaços e tempos, de momentos presenciais e virtuais, com atividades grupais e individuais, com bastante feedback, atenção, cuidado.

  Uma escola que integra o melhor do presencial e do virtual, que trabalha primeiro as atividades através de ambientes e aplicativos digitais e que aprofunda e finaliza cada assunto mais importante na sala de aula, com os professores-orientadores.

  Uma escola em que as aulas com tablets, netbooks e smartphones são focadas, além de temas relevantes, em projetos colaborativos, onde os alunos aprendem juntos, realizam atividades em ritmos e tempos diferentes. Os professores descem do pedestal e desempenham fundamentalmente o papel de orientadores. Saem do centro, do estrado, da lousa para circular, orientando os alunos individualmente e em pequenos grupos nas atividades de pesquisa, análise, apresentação, contextualização e síntese, de forma semi-presencial.

  Uma escola pluralista num mundo complexo, que mostra visões, formas de viver e diferentes possibilidades de realização pessoal, profissional e social, que nos ajudem a evoluir sempre mais na compreensão, vivência e prática cognitiva, emotiva, ética e de liberdade.
 Essa nova escola ainda está em construção, mas é urgente nosso envolvimento em concretizá-la, para conseguir atrair as crianças e os jovens, que até agora só conheceram, na educação formal, modelos analógicos, anacrônicos e envelhecidos.

Desafios que os tablets trazem

A chegada das tecnologias móveis à sala de aula traz tensões, novas possibilidades e grandes desafios. As próprias palavras “tecnologias móveis” mostram a contradição de utilizá-las em um espaço fixo como a sala de aula: elas são feitas para movimentar-se, para levá-las para qualquer lugar, utilizá-las a qualquer hora e de muitas formas.

Como conciliar mobilidade e espaços e tempos previsíveis? Por que precisamos estar sempre juntos para aprender? A escola precisa entender que uma parte cada vez maior da aprendizagem pode ser feita sem estarmos na sala de aula e sem a supervisão direta do professor. Isso assusta, mas é um processo inevitável. Em lugar de ir contra, por que não experimentamos modelos mais flexíveis? Por que obrigar os alunos a ir todos os dias repetir os mesmos rituais nos mesmos lugares? Não faz mais sentido. A organização industrial da escola em salas, turmas e horários é conveniente para todos – pais, gestores, professores, governantes – menos para os mais diretamente interessados, os alunos. Ter todos os alunos dentro de um espaço previsível todos os dias dá segurança, tranqüilidade para os adultos – os filhos estão protegidos, os pais podem se dedicar aos seus trabalhos, os professores e funcionários se organizam em horários fixos.

A escola não muda por inércia e por conveniência. Poderíamos ensinar e aprender somente indo dois ou três dias por semana a uma escola e continuar aprendendo através das inúmeras possibilidades dos ambientes online. E o que faríamos com os filhos no restante do tempo? E como orientar todo o processo de aprendizagem a distância? Como transformar isso em horas aula no currículo? Como gerenciar –econômica e didaticamente – esses horários virtuais? Por isso a orientação no mundo permanece no sentido contrário: aumenta-se o número de horas que os alunos permanecem na escola (tempo integral) e continua-se colocando como modelo de educação o os países nórdicos, que valorizam muito mais o professor (importantíssimo) e resolvem tudo na sala de aula com poucas tecnologias (aqui está um dos desafios da mudança).

Viveremos nestes próximos anos um rico processo de aprendizagem na sala de aula focando mais a pesquisa em tempo real, as atividades individuais e grupais online, mudando lentamente as metodologias de transmissão para as da aprendizagem colaborativa e personalizada. Aos poucos perceberemos que não faz sentido confinar os alunos na sala de aula para aprender. Podemos organizar uma parte importante do currículo no ambiente digital e combiná-lo com as atividades em sala de aula de forma que o projeto pedagógico de cada curso integre o presencial e o digital como componentes curriculares indissociáveis. O digital não será um acessório complementar, mas um espaço de aprendizagem tão importante como o da sala de aula. Evitaremos a esquizofrenia atual de manter o mesmo número de aulas presenciais de sempre e ainda pedir para professores e alunos que utilizem o ambiente digital como repositório de materiais, espaço de debate e de publicação.

Com o tempo fará sentido para a maioria repensar os horários, os espaços e as formas de organizar os processos de ensino e aprendizagem. É uma questão de amadurecimento e de profundo intercâmbio de experiências para construir propostas mais arrojadas, testadas e aceitas. Demorará mais do que gostaríamos, mas a chegada das tecnologias móveis à sala de aula é como um cavalo de Tróia. Em curto prazo parece que pouco vai mudar; mas em médio prazo nos obrigará a reorganizar o tempo, o espaço e a forma de ensinar e aprender. Os desafios a nossa frente são fascinantes.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A internet como fonte de pesquisa, a utilização de data shows com slides de tópicos e ilustrações de conteúdos, vídeos, além de filmes que retratam os temas trabalhados em sala de aula, são recursos importantíssimos para tornar a aula mais atraente e facilitar o aprendizado do educando, já que o professor pode preparar um material que englobe o conteúdo trabalhado e que esteja de acordo com a realidade do aluno, para que possa fazer sentido para ele e despertar sua atenção e curiosidade, por isso o uso da tecnologia como uma ferramenta, um recurso na sala de aula precisa ser contemplado pelos professores para que este recurso possa auxiliar o processo de ensino e aprendizagem, proporcionando uma aula prazerosa e ao mesmo tempo significativa para o educando.